quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Cores litúrgicas - A liturgia no nosso dia a dia

Hoje vamos discutir sobre as cores litúrgicas.

Cores e liturgia

A Liturgia é a ação do povo de Deus, que é expressada e sentida pelos nossos cinco sentidos: visão, audição, tato, olfato e paladar.
Através da visão, conseguimos distinguir a variação dos tempos litúrgicos através das cores litúrgicas.
As diferentes cores das vestes sagradas visam manifestar externamente o caráter dos mistérios celebrados, e também a consciência de uma vida cristã que progride com o desenrolar do ano litúrgico.
IGMR 345

Significado

As diferentes cores litúrgicas expressam exteriormente o sentido das celebrações litúrgicas.
Aplicando um exemplo em nosso dia a dia: as cores de roupas que usamos. Dependendo de algum sentimento ou situação que estou vivendo no momento, uso alguma determinada cor. Dependendo do clima ou da estação, usamos outra cor. As cores, no caso dos exemplos e da liturgia, deixa transmitir aos sentidos seus significados de acordo com o que estamos vivenciando.

Então uma coisa já sabemos: as cores ajudam a expressar o que estamos vivenciando, expressam visualmente o significado de algum momento.

Como são usadas

Geralmente, as cores litúrgicas do dia ou tempo específico são usadas em alguns paramentos, como a estola, a casula, a capa pluvial e o véu umeral dos sacerdotes e a dalmática dos diáconos.

Obs.: "O altar deve ser coberto com pelo menos uma toalha de cor branca" (IGMR 117). Independente do tempo, festa ou memória celebrado, a cor da toalha do altar deve ser branca. Podem acontecer casos onde a toalha é branca com algum detalhe na cor do tempo, mas isto não é previsto no Missal Romano.

Cores

Uma coisa muito importante é que nas Instruções Gerais do Missal Romano (IGMR), no número x, prevê quais são as cores permitidas para as diversas celebrações do ano litúrgico. São elas: Branca, Verde, Vermelha, Roxa, Rosa e Preta.

Branco

O branco simboliza alegria, paz, pureza, ressurreição, vitória. Por isso é que ele pode ser usado em missas do Tempo Pascal (inclusive na Vigília Pascal) e do Natal do Senhor, nas festas e memórias do Senhor (exceto as da Paixão), nas festas e memórias da Bem-aventurada Virgem Maria (na Assunção de Nossa Senhora, por exemplo), dos Santos Anjos, dos santos não-mártires, nas solenidades de Todos os Santos (1º de novembro), de São João Batista (24 de junho), nas festas de São João Evangelista (27 de dezembro), da Cátedra de São Pedro (22 de fevereiro) e da Conversão de São Paulo (25 de janeiro), nas bênçãos fora da missa e na exposição do Santíssimo Sacramento. Pode ser usado também em celebrações que se utiliza outras cores, quando se celebra com mais solenidade (IGMR 346).


A cor branca também é usada nos sacramentos do Batismo, do Matrimônio, Ordenação e Unção dos Enfermos.
Então, caso aconteça o Rito do Batismo ou do Matrimônio durante a missa, o padre deve estar usando paramentos na cor branca. Caso a cor litúrgica do dia seja diferente, por exemplo verde, ele deve trocar para a cor branca no momento do Ritual.

Pode ser que a cor branca seja substituída pelo dourado, dependendo do grau da solenidade. Geralmente os paramentos brancos possuem detalhes em dourado também.

Vermelho

O vermelho representa o fogo do Espírito Santo, o amor e o sangue. Por estes motivos é utilizado nas festas de Pentecostes, dos Santos mártires, no Domingo de Ramos e na Sexta-feira da semana santa e na festa natalícias dos Apóstolos e Evangelistas (exceto São João).






Verde

O verde, por simbolizar a esperança, é utilizado no Tempo Comum - 1ª parte (após o tempo do Natal até a terça-feira antes das cinzas) e 2ª parte (até o sábado antes do 1º domingo do Advento).

No Tempo Comum nós vivemos na esperança da vinda de Cristo. Está ligado também ao crescimento, ao esperar, ouvir e acolher Jesus.


Roxo

O roxo na quaresma significa penitência, recolhimento interior. No Advento significa recolhimento, purificação da vida. Assim como acabamos de ver, o roxo é usado no Advento e na Quaresma.

Além desses dois tempos, pode ser usado nas Missas dos Fiéis defuntos. Também é utilizada a cor roxa quando o sacerdote confessa um fiel.



Cardeal Ratzinger

Preto

O preto na liturgia significa luto, tristeza e morte. Por isso é usado nas Missas dos Fiéis defuntos, mas apenas onde é de costume.

No Brasil o mais comum é que se utilize a cor roxa no lugar da cor preta.


Rosa

O rosa simboliza a alegria um tanto quanto contida. Isso porque pode ser usada somente em duas ocasiões: no 3º Domingo do Advento (Gaudete) e IV da Quaresma (Laetare). É opcional, nestes dois domingo podem ser usados também a cor roxa.

As palavras Gaudete e Laetare, que vem do latim, significam quase a mesma coisa: alegria, são o Domingo da Alegria. É como se significassem "Alegra-te e rejubila-te". Os dois domingos que possuem esses nomes são uma "pausa" prevista na liturgia para lembrar que a Alegria está chegando, uma grande festa está por vir.

Cores não previstas no Missal Romano

Um assunto muito discutido é sobre o uso da cor Azul na liturgia.

O Azul não está previsto na IGMR, porém em 1864 o Papa Pio IX concedeu à toda Espanha o uso da cor azul na Solenidade da Imaculada Conceição da Bem-aventurada Virgem Maria. Isso porque a Espanha contribuiu grandemente na definição deste dogma da Igreja Católica. Um pouco depois, este privilégio foi estendido para os países que foram colônias espanholas, à Áustria, aos carmelitas e alguns santuários marianos.

Ressaltamos que o Brasil não possui este privilégio. Porém, a cor azul pode ser usada nos detalhes dos paramentos brancos.


Ficou com alguma dúvida? Entre em contato com a gente!


Por Vitor Santos

Fontes:
- Missal Romano
- Pílulas Litúrgicas e Paróquia N. Sra. Aparecida.


domingo, 6 de outubro de 2013

Simples servos de Deus - Evangelho dominical (06/10)

Evangelho do 27º Domingo do Tempo Comum (São Lucas 17, 5-10) 

Fé e Atitude, é isso que o evangelho nos mostra. Convite para reconhecer nossa pequenez e acolher com gratidão os dons concedidos por Deus. 



No começo do evangelho os apóstolos pedem ao Senhor: “aumenta a nossa fé!” (Lucas 17, 5), eles assim como nós, perceberam quão fraca é a nossa fé em Deus, perante a situações adversas; nossas fraquezas e misérias parecem maiores do que nós, então clamamos a Deus uma fé maior e mais forte, alegre e generosa, pronta para testemunha-lo e servi-lo. Jesus responde ressaltando a importância da fé, utilizando um grão de mostarda (menor das sementes que ao ser plantada torna-se uma grande árvore) metáfora que nos recorda que não há limites para a graça de Deus, que mesmo que tenhamos uma fé pequena ele nos fará concretizar coisas grandiosas. 

O servo indica-nos como deve ser nossa relação com Deus. O foco da parábola não é a de um Deus como um patrão que manda, insensível ao ponto de não agradecer o esforço de seus servos, fazendo-os sobreviver de migalhas, mas sim da relação de agradecimento e livre subordinação do servo para com o seu senhor. 

Compreender a relação entre Deus e nós é ser consciente dos nossos deveres para com Ele, o que não é uma tarefa árdua: "pois meu jugo é suave e meu fardo é leve" Mateus 11, 30; sendo fiel a nossa vida, capacidades e dons. 

Cumprir a vontade do Senhor não significa ter privilégios, pois apenas estamos fazendo nosso dever; Deus se alegra com nosso esforço de sermos mais santos, porém isso não faz com que Deus fique em débito conosco; nós é quem precisamos de sua graça, sua presença, seu amor. Somos simples servos e devemos cumprir com amor nossa missão.


Por Daiane Alcântara


sábado, 5 de outubro de 2013

Meu Senhor e meu Deus - Música da semana

O evangelho desse domingo começa com um pedido dos apóstolos para Jesus: Aumenta a nossa fé!

Mas o Senhor responde: "Se vós tivésseis fé, mesmo que pequena como um grão de mostarda, poderíeis dizer a esta amoreira: 'Arranca-te daqui e planta-te no mar', e ela vos obedeceria".

Isso nos faz pensar que a fé não tem medidas. Não importa se ela é pequena, muito pequena, pois ela é capaz de transformar a nossa vida. Jesus nos convida a apenas ter fé. E esse é o segredo: basta ter fé.

Conto-lhes uma pequena historia: Certa vez, numa região muito seca, aonde nao caia um so pingo de água do céu ha muito tempo, o padre de uma pequena igreja convidou aos fiéis, num dos dias ensolarados, a rezarem uma missa para que chovesse. Ao terminar a missa, o padre disse: "Povo sem fé! Nao adiantaria rezarmos missas para que chova se vocês nao tiverem fé."

"Mas por quê diz isso padre?" perguntaram-lhe. E ele respondeu: "Se estão a rezar por chuva, porque é que nenhum de vocês trouxe um guarda-chuva sequer?"

Por mais que a gente queira acreditar em certas coisas, por mais que a gente queira crer sem ter visto, pode ser que ainda não tenhamos depositado todas as nossas fichas em nossa fé...

Por isso, vamos pedir a Deus, autor de toda a fé, que aumente a nossa fé. Meu Senhor e meu Deus, eu creio, mas aumenta a minha fé!

A música desta semana é do grupo Mensagem Brasil, e se chama Meu Senhor e meu Deus!




Acompanhe a letra aqui.

Por Vitor Santos


sexta-feira, 4 de outubro de 2013

04/10 - São Francisco de Assis

Giovanni di Pietro di Bernardone, nasceu em Assis, na Úmbria – Itália em 1182, jovem prepotente, vaidoso e muito rico passava seus dias a satisfazer-se, apaixonado por cavalaria alistou-se como soldado na guerra que Assis enfrentava em 1202 , mas foi capturado e permaneceu preso, à espera de um resgate, por cerca de um ano. Ao ser libertado caiu doente, com episódios de febre que duraram quase todo o ano de 1204, onde ouviu, segundo a versão da Legenda trium sociorum, uma voz a dizer: "Giovanni, quem te pode ser de mais proveito? O senhor ou o servo?" Como Francisco respondesse: "O senhor". Ouviu novamente a voz: "Então por que deixas o senhor pelo servo e o príncipe pelo vassalo?". Confundido, Francisco disse: "Que queres que eu faça?", e a voz replicou: "Volta para tua terra, e te será dito o que haverás de fazer. Pois deves entender de outro modo a visão que tiveste". Francisco não sabia mas a partir do seu regresso Giovanni deixaria de existir. 


quarta-feira, 2 de outubro de 2013

02/10 - Santos Anjos da Guarda


"É a Vós que glorificamos,
ao louvarmos os Anjos, que criastes
e que foram dignos de Vosso amor.
A admiração que eles merecem
nos mostra como sois grande
e como deveis ser amado
acima de todas as criaturas."
(Trecho do Prefácio dos Anjos, Missal Romano)

terça-feira, 1 de outubro de 2013

01/10 - Santa Teresinha do Menino Jesus


"...pela confiança e pelo amor". (História de uma alma)

Teresa, nascida na França em 1873, viveu o amor de Cristo até os 24 anos de idade. Cresceu rodeada de carinho pelos pais e suas irmãs. Tinha enorme vontade de comungar desde os seis anos de idade. 

Ela sentia um forte chamado para amar Jesus de um modo especial: entrar no convento, mas não tinha idade suficiente. Tantas foram suas insistências para conseguir a autorização do bispo e até do papa. 

Enfim, com apenas 15 anos de idade, conseguiu entrar para o convento, onde viveu com humildade, simplicidade e a confiança de Deus. Após tomar seu hábito de freira, adotou o nome de "Irmã Teresa do Menino Jesus e da Sagrada Face".

Muitas foram as provações pelas quais Teresa passou, mas sempre desejou sofrer por amor.

Maria na Liturgia da Santa Missa


Maria, porto seguro da fé, não poderia ser esquecida no Sacrifico da Santa Missa, pois ela esteve aos pés da cruz e lá também sofreu as dores em favor da humanidade pela participação no sofrimento de seu amado filho. Em Maria está o exemplo de como ser um verdadeiro discípulo missionário, em várias citações bíblicas ela esteve presente como àquela que ouve e se atenta aos ensinamentos de seu mestre, “sangue do seu sangue”. Maria, geradora do gerador de todas as coisas, primeiro sacrário da humanidade e a primeira a comungar o próprio Deus. Por tais méritos, ela não poderia deixar de participar da súplica da Igreja pela salvação de seus membros, pois sendo mãe, conhece bem o seu dileto filho, e melhor nos pode recomendar a Ele.

As súplicas e intercessões de Maria durante a Missa são sempre acompanhadas das citações em conjunto com o povo de Deus da Igreja triunfante em favor dos peregrinos da Igreja militante. Na Oração Eucarística I (Cânon Romano) Maria é venerada como mãe de nosso Deus e Senhor Jesus Cristo, juntamente com São José seu venerável esposo, com os Apóstolos, e os santos que formam a Igreja triunfante na eternidade. Esta veneração a Maria e aos santos de Deus, pede pelos seus méritos e preces a constante proteção sobre os que caminham e lutam no dia-a-dia da vida terrena, caminhando rumo a esta mesma pátria comum dos vitoriosos em Cristo.

Durante a Oração Eucarística II, no momento das intercessões em favor de todo o povo de Deus, menciona-se o pedido de participar da promessa feita a nossos pais na fé, participar da vida eterna. E ainda mais, a Igreja acrescenta “junto da bem aventurada Virgem Maria”. A presença de Maria nas Orações Eucarísticas remete ao culto prestado a sua dignidade de mãe do filho de Deus e de sua presença aos pés da cruz, uma vez que o sacrifício da Santa Missa é o mesmo sacrifício do Calvário. Lembro aqui uma das palavras que Santo Padre Pio disse sobre como devemos participar da Santa Missa, “agir como Maria aos pés da cruz e o discípulo amado, João”.

“Participar com Maria na vida eterna” significa assumir em vida, no hoje e no agora, o mesmo compromisso de seguir a vontade de Deus pelo bem e salvação de seu povo. Maria quando disse sim jamais pensou somente em si, mas trouxe em seu coração as promessas de salvação pelo cumprimento da vontade de Deus através da vinda de seu filho, o Nosso Redentor.


Estar com Maria na vida eterna, junto com os Santos de Deus, é assumir o verdadeiro louvor das criaturas ao seu criador pela sua bondade sem limites e sua palavra que não passa sem fazer o efeito necessário. Maria na sua peregrinação terrestre ouviu essa palavra, assumiu e deu testemunho, pois essa palavra era Ele mesmo, o nosso salvador feito homem. Vida eterna com Maria é, portanto a plenitude da vida cristã, e gozar da alegria de ter sido fiel a Deus e a sua palavra. Na vida eterna a contemplação e glorificação de Deus é o ato máximo da perfeição de sua criatura onde ela se preenche ao estar com seu criador. Em Maria contém o exemplo da perfeição das criaturas pelo fato de acreditar até o fim na palavra de Deus e no seu agir que não se divergem. Maria é aquela que amou a Deus em vida e o ama mais intensamente no céu, permanece em constante súplica pelos peregrinos na terra e por isso a Igreja militante a aclama com o desejo de “estar junto dela na vida eterna”.

Durante a Oração Eucarística III existe a súplica a Deus para que sejamos uma “oferenda perfeita” e assim alcançar a vida eterna com Maria e os Santos. Ser uma oferenda perfeita significa ter o mesmo desejo de assumir a vontade do Criador em favor de sua criatura a exemplo de Maria e dos Santos que em vida O amaram sem fim. A vida de Maria foi uma oferta de louvor a Deus, a vida dos santos foram sacrifícios agradáveis ao criador e são para nós sublime exemplo de seguimento. Cada Santo com um chamado diferente, uma vocação única e singular. Isso significa que compreenderam sua existência e alcançaram o sentido de seguir a vontade de Deus em suas vidas. Ser uma oferenda perfeita é dar ouvidos ao chamado que Deus faz a cada um em sua unicidade. Vocação aqui é entendida como “oferenda agradável a Deus”. Qual a vontade de Deus em nossas vidas? O que Ele quer de nós? Maria soube dar ouvidos a essa voz, entendeu sua vocação, deu respostas a esses questionamentos que todos um dia se defrontam e por isso se tornou uma oferenda perfeita.

Nas Orações Eucarísticas IV e V as súplicas são pela participação na vida eterna junto de Maria Santíssima a exemplo do que meditamos anteriormente, salvo a Oração Eucarística IV que antes da aclamação “Santo, Santo, Santo” Maria é venerada como virgem, "Virgem Maria” da qual nasceu o “verdadeiro homem” que não provou o pecado, viveu as condições humanas e aos pobres anunciou a salvação. Maria é a mãe do “verdadeiro homem”, ela é a “Virgem” pura e sem máculas pelo seu santíssimo filho, pois não há como o puro nascer do impuro, e por essa razão, fora preservada da herança pecado original e assumiu tal dignidade de “Mãe de Deus” através da vontade do próprio Deus. Jesus o Verdadeiro Homem para a salvação do gênero humano e Maria, a virgem pela pureza de seu filho, Nosso Salvador e Redentor, e exemplo do seguimento da vontade de Deus conforme nossa vocação específica e única.


Por fim, a Igreja é a barca de São Pedro que navega os mares denominados séculos e é guiada por uma estrela chamada Maria, a Stella Maris (estrela do mar). Olhar para essa estrela que guia é entender que lá está a segura orientação para uma vida cristã autêntica e eficaz. Maria é a luz que brilha em meio as trevas da falta de fé e é o porto seguro para ancoragem da fé, pois viveu intensamente o seguimento do Mestre Jesus Cristo, seu próprio filho. Tais considerações e muitas outras levam a Igreja a jamais se esquecer de tal porto seguro da fé que é Maria, e sobretudo durante a Santa Missa, Sacrifício do Calvário, mencionar o desejo de participar com ela das promessas da vida eterna. Certamente Maria olha por todos os que vivem a fé e tem esse mesmo desejo de um dia estar com ela nos céus. Não seria exagero e nem erro dizer “quem me dera poder estar agora nos céus com Maria e os Santos”, pois em tal desejo devemos sustentar nossa peregrinação terrestre e assim conseguir essa graça da plenitude da criatura junto do seu criador.

Que a Celebração da Eucaristia seja um constante olhar para o exemplo de Maria, que sendo Mãe soube amar e entender a vontade de seu Filho e mais perfeitamente servi-Lo com a doação da sua vida e participação no sofrimento do alto da cruz, a Missa de sempre.


Por Allan Felipe


Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...