segunda-feira, 27 de janeiro de 2014
domingo, 19 de janeiro de 2014
Eis o Cordeiro de Deus - Evangelho Dominical (19/01)
Evangelho do 2º Domingo do Tempo Comum (São João 1, 29-34)
João hoje aponta-nos o Salvador, o Filho amado de Deus, Servo dedicado a sua missão, com o famoso “Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo”. Relevamos um homem divino, ungido por Deus, que batizará no Espírito, o Filho de Deus. No Cordeiro de Deus está a nossa esperança de salvação.
terça-feira, 14 de janeiro de 2014
Os gestos e atitudes corporais durante a Santa Missa – Ritos Diversos
Entre os gestos contam-se também: as ações e as procissões do sacerdote ao dirigir-se para o altar com o diácono e os ministros; do diácono, antes da proclamação do Evangelho, ao levar o Evangeliário ou Livro dos evangelhos para o Ambão; dos fiéis ao levarem os dons e ao aproximarem-se para a Comunhão. Convém que estas ações e procissões se realizem com decoro, enquanto se executam os cânticos respectivos, segundo as normas estabelecidas para cada caso. IGMR 44.
Como vimos, a Santa Missa possui diversos
gestos que falam por si só e que estão diretamente ligados ao decoro pela
Sagrada Liturgia. Além dos já citados, falaremos agora sobre alguns que
geralmente são omitidos, ou seja, não estão presentes em todas as celebrações.
Seguindo o que diz o quarto capítulo da
Instrução Geral do Missal Romano, já falamos sobre a veneração ao Altar e ao
Evangeliário; sobre as reverências (vênias) e genuflexões. Agora resta falarmos
sobre as incensações e purificações e algumas outras ações realizadas na Semana
Santa.
Incensação
O parágrafo 276 da IGMR diz: O queimar incenso ou a incensação
exprime reverência e oração, como vem significado na Sagrada Escritura (cf. Salmo
140, 2; Ap 8,3)
Pode usar-se o incenso em qualquer forma de celebração da Missa:
- durante a procissão de entrada;
- no princípio da Missa, para incensar a cruz e o altar;
- na procissão e proclamação do Evangelho;
- depois de colocados o pão e o cálice sobre o altar, para
incensar as oblatas, a cruz, o altar, o sacerdote e o povo;
- à elevação da hóstia e do cálice, depois da consagração.
Em relação às formas de incensação, o uso do incenso e do
turíbulo, falaremos em breve aqui no blog Liturgia Jovem.
Purificações
As purificações são, para a Liturgia, os atos
de limpar ou de tornar algo puro. Nesse caso, falamos dos objetos litúrgicos
usados na Santa Missa, que são purificados após a sua utilização.
O parágrafo 279 da IGMR diz: Os vasos
sagrados são purificados pelo sacerdote ou pelo diácono ou pelo acólito
instituído, depois da Comunhão ou depois da Missa, quanto possível na
credência. O cálice é purificado com água ou com vinho e água, que depois é
consumida por quem o purificar. A patena se limpa normalmente com o sanguinho.
A finalidade das purificações é recolher os
possíveis fragmentos do Corpo e Sangue de Cristo que fiquem sobre os vasos
sagrados.
Aspersão
Embora hoje em dia não seja comum, o rito da benção e aspersão da
água pode ser realizado em todas as Missas dominicais, substituindo o ato penitencial.
Além disso, nas celebrações da Vigília Pascal, na Dedicação da Igreja, na
celebração das Exéquias e nas celebrações que recordam o Batismo, os fiéis são
aspergidos com água benta, como forma de purificação e renovação do compromisso
batismal.
Imposição das Cinzas
Acontece na Quarta-feira de Cinzas, onde os fiéis iniciam o Tempo
da Quaresma recebendo na fronte uma cruz com as cinzas dos ramos queimados do
ano anterior. O significado é a condição pecadora do homem.
Procissão com os ramos
Celebrada no Domingo de Ramos, a Igreja recorda a entrada de Jesus
Cristo Em Jerusalém para realizar o seu mistério pascal. Inicia-se uma
procissão com os fiéis levando ramos nas mãos com destino à igreja onde será celebrada
a Santa Missa.
Ritual do Lava-pés
Durante a Celebração da Ceia do Senhor, na Quinta-feira Santa, os
sacerdotes fazem o Rito do Lava-pés. Esse rito consiste na ação do próprio
Cristo na última ceia, onde lavou os pés dos apóstolos.
Adoração da Cruz
Durante a Celebração da Paixão do Senhor, na Sexta-feira da
Paixão, os fiéis fazem um momento de adoração, exprimindo a reverência com uma
genuflexão ou outro sinal apropriado, como um beijo.
Finalizamos aqui essa série sobre os gestos e atitudes corporais
na Santa Missa. Nós do Liturgia Jovem desejamos que todos possam aprender mais
com as leituras em nosso blog. Na próxima semana, começaremos uma nova série de
posts sobre os Ofícios e Ministérios da Santa Missa.
Alguma dúvida? Mande pra gente!
Referências:
- Instrução Geral do Missal Romano
Por Thiago Silva.
domingo, 12 de janeiro de 2014
domingo, 5 de janeiro de 2014
segunda-feira, 30 de dezembro de 2013
Os gestos e atitudes corporais durante a Santa Missa – Liturgia Eucarística e Ritos Finais
Quando falamos em Liturgia, a parte da Santa Missa com maior número de ações é a Liturgia Eucarística. Nela, recordamos a Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo e, por conta disso, trata-se da parte mais importante: vivenciar o Sacrifício no Calvário. Como já vimos, os gestos e atitudes são partes integrantes da Liturgia. Os sinais sensíveis, como diz a constituição Sacrosanctum Concilium.
Durante o Ofertório, há hoje uma participação simultânea do sacerdote e dos fiéis. Enquanto o padre prepara o Altar para o sacrifício, com o auxílio dos ministros, os fiéis levam ao Altar as oferendas, em procissão.
Depois de terminado o canto do ofertório e a preparação das oferendas, o sacerdote diz: “Orai irmãos e irmãs...”. Esse é um convite à assembleia, ou seja, um invitatório, que significa um convite à oração, como forma de introdução. A partir desse momento, toda a assembleia permanecerá em pé, acompanhando os ritos que prosseguem, com algumas variações.
Apenas para lembrar algumas partes e suas nomenclaturas, leia o post sobre a Liturgia Eucarística.
No momento da consagração, durante a Oração Eucarística, os fiéis se ajoelham durante a epiclese e ficam até a resposta ao “Eis o Mistério da Fé...”.
Os fiéis ficarão sentados durante o ofertório e após a comunhão, com o silêncio de ação de graças.
Durante a Oração Eucarística, são feitas três genuflexões pelo sacerdote. Uma após a elevação da hóstia (“...Isto é o meu corpo, que será entregue por vós.”). A segunda é feita a pós a elevação do cálice (“... Fazei isto em memória de mim.”). A terceira se dá após o sacerdote fazer a fração da hóstia, antes da comunhão.
Além das genuflexões, as rubricas (indicações do quê e como deve ser feito) do Missal Romano indicam os momentos em que o sacerdote realiza outros gestos e ações como estender os braços, unir e estender as mãos, traçar o sinal da cruz, fazer inclinação etc.
- Durante toda a Oração Eucarística, é permitido aos fiéis participarem apenas com as respostas. É errado proclamar as orações junto com o sacerdote;
- Quem por motivos de saúde não puder ajoelhar durante a consagração, deve permanecer em pé;
- Durante o Pai Nosso, o único que abre os braços é o sacerdote. Os fiéis devem apenas dizer juntos a oração;
- No rito da Paz, todos devem saudar apenas os que estão mais próximos, para evitar dispersões;
- Antes de comungar, devemos fazer no mínimo uma inclinação profunda a Jesus Eucarístico que vamos receber;
Após a comunhão, os fiéis ficam em pé para a Oração depois da Comunhão e sentam-se novamente para ouvir os avisos da comunidade. Para a Benção Final, todos devem fazer uma inclinação durante as palavras do sacerdote e após a benção, traçar o sinal da Cruz.
O último gesto do sacerdote é o ósculo do Altar, semelhante ao que acontece nos Ritos Iniciais. Após isso, o sacerdote e os ministros auxiliares fazem uma vênia para o altar e voltam em procissão para a sacristia, terminando assim a Santa Missa. Aos fiéis, é indicado que façam um momento de ação de graças em seus lugares e, ao saírem da igreja, façam uma genuflexão para o Sacrário e em seguida, o sinal da cruz.
No geral, com essa série de posts falamos sobre os principais gestos e ações litúrgicas que vemos sempre na Santa Missa, pois são comuns a todas. Entretanto, há alguns gestos e ações que não são feitos em todas as missas, como a incensação, outros apenas em tempos litúrgicos específicos, como o ritual do Lava-pés. Este será o tema do post da próxima semana.
Alguma dúvida? Mande pra gente!
Referências:
- Instrução Geral do Missal Romano
Por Thiago Silva.
Com razão se considera a Liturgia como o exercício da função sacerdotal de Cristo. Nela, os sinais sensíveis significam e, cada um à sua maneira, realizam a santificação dos homens; nela, o Corpo Místico de Jesus Cristo - cabeça e membros - presta a Deus o culto público integral.
Portanto, qualquer celebração litúrgica é, por ser obra de Cristo sacerdote e do seu Corpo que é a Igreja, ação sagrada por excelência, cuja eficácia, com o mesmo título e no mesmo grau, não é igualada por nenhuma outra ação da Igreja.
Sacrosanctum Concilium, nº 7.
Durante o Ofertório, há hoje uma participação simultânea do sacerdote e dos fiéis. Enquanto o padre prepara o Altar para o sacrifício, com o auxílio dos ministros, os fiéis levam ao Altar as oferendas, em procissão.
Depois de terminado o canto do ofertório e a preparação das oferendas, o sacerdote diz: “Orai irmãos e irmãs...”. Esse é um convite à assembleia, ou seja, um invitatório, que significa um convite à oração, como forma de introdução. A partir desse momento, toda a assembleia permanecerá em pé, acompanhando os ritos que prosseguem, com algumas variações.
Apenas para lembrar algumas partes e suas nomenclaturas, leia o post sobre a Liturgia Eucarística.
No momento da consagração, durante a Oração Eucarística, os fiéis se ajoelham durante a epiclese e ficam até a resposta ao “Eis o Mistério da Fé...”.
Os fiéis ficarão sentados durante o ofertório e após a comunhão, com o silêncio de ação de graças.
Durante a Oração Eucarística, são feitas três genuflexões pelo sacerdote. Uma após a elevação da hóstia (“...Isto é o meu corpo, que será entregue por vós.”). A segunda é feita a pós a elevação do cálice (“... Fazei isto em memória de mim.”). A terceira se dá após o sacerdote fazer a fração da hóstia, antes da comunhão.
Além das genuflexões, as rubricas (indicações do quê e como deve ser feito) do Missal Romano indicam os momentos em que o sacerdote realiza outros gestos e ações como estender os braços, unir e estender as mãos, traçar o sinal da cruz, fazer inclinação etc.
Algumas dicas práticas:
- Durante toda a Oração Eucarística, é permitido aos fiéis participarem apenas com as respostas. É errado proclamar as orações junto com o sacerdote;
- Quem por motivos de saúde não puder ajoelhar durante a consagração, deve permanecer em pé;
- Durante o Pai Nosso, o único que abre os braços é o sacerdote. Os fiéis devem apenas dizer juntos a oração;
- No rito da Paz, todos devem saudar apenas os que estão mais próximos, para evitar dispersões;
- Antes de comungar, devemos fazer no mínimo uma inclinação profunda a Jesus Eucarístico que vamos receber;
Após a comunhão, os fiéis ficam em pé para a Oração depois da Comunhão e sentam-se novamente para ouvir os avisos da comunidade. Para a Benção Final, todos devem fazer uma inclinação durante as palavras do sacerdote e após a benção, traçar o sinal da Cruz.
O último gesto do sacerdote é o ósculo do Altar, semelhante ao que acontece nos Ritos Iniciais. Após isso, o sacerdote e os ministros auxiliares fazem uma vênia para o altar e voltam em procissão para a sacristia, terminando assim a Santa Missa. Aos fiéis, é indicado que façam um momento de ação de graças em seus lugares e, ao saírem da igreja, façam uma genuflexão para o Sacrário e em seguida, o sinal da cruz.
No geral, com essa série de posts falamos sobre os principais gestos e ações litúrgicas que vemos sempre na Santa Missa, pois são comuns a todas. Entretanto, há alguns gestos e ações que não são feitos em todas as missas, como a incensação, outros apenas em tempos litúrgicos específicos, como o ritual do Lava-pés. Este será o tema do post da próxima semana.
Alguma dúvida? Mande pra gente!
Referências:
- Instrução Geral do Missal Romano
Por Thiago Silva.
domingo, 29 de dezembro de 2013
Sagrada Família - Evangelho Dominical (29/12)
Evangelho da Festa da Sagrada Família (São Mateus 2, 13-23)
Um bebê é um ser muito frágil, incapaz de se defender; para sobreviver, depende totalmente do cuidado e da ajuda dos pais. No Evangelho de hoje, vemos retratado o drama do exílio e da imigração da Sagrada Família para que Jesus não fosse morto por Herodes, que o considerava um grande rival apesar do Rei ser apenas um bebê. Jesus foi perseguido desde seu nascimento, e estando ameaçado, também estaria a obra de salvação, mas Deus o protege.
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